A complexidade dos cards, e o que ela responde sobre quem trabalha¶
Aberto em: 2026-09-14 · Pedido de quem usa (Conecta Fapes), com o destino escrito no próprio pedido: "seria interessante padronizar/marcar a complexidade nos cards e puxar isso para o the band de modo a identificar se o bolsista atua em demandas complexas ou somente em fáceis (colocar isso como nova feature e colocar no backlog)".
O dado já existe, e está pela metade¶
O quadro 43 tem o campo Story Points — seleção única com os valores 1 · 2 · 3 · 5 · 8 ·
13 —, preenchido em 229 dos 1 194 itens (2026-09-14). Os valores são coletados crus
desde a feature 004 e nunca interpretados.
Por que não basta ligar¶
Story Points é seleção única; complexity é numérico. O mapeamento por tenant existente
exige field_type: NUMBER e mapeia um campo Estimate; aqui os nomes das opções são
números, e converter "o nome da opção parece um número" é interpretação — precisa de regra
declarada, não de palpite no código.
E a distinção que a casa já escreveu não pode ser perdida: importância é valor para a
organização (quem decide é o Product Owner); complexidade é dificuldade para o time. O campo
Priority do quadro não vira importância.
O que a medida deve dizer, e o que não pode dizer¶
O pedido é "atua em demandas complexas ou só em fáceis". A resposta honesta é uma distribuição, nunca uma média:
- os pontos das entregas da pessoa, por valor — quantas de 1, de 3, de 8 — no período;
- "não estimado" sempre escrito: hoje seriam 965 de 1 194. Uma média sobre 19% do dado responderia com confiança o que ninguém mediu;
- nunca somar pontos entre pessoas nem entre equipes como se fosse produtividade: pontos são estimativa de dificuldade, não de esforço entregue.
Ordem¶
Depois da 066: "entregou" precisa da definição de pronto declarada. Antes disso, a distribuição contaria como entregue só o que fechou na origem — e no quadro 43 são 165 de 459 Done.